Índice era de 63% em pesquisa divulgada em março.
Aprovação pessoal da presidente caiu de 79% para 71%.
O índice dos que consideram o governo "regular" passou de 29% para 32%. Já o percentual dos que consideram o governo “ruim ou péssimo” passou de 7% para 13%.
Renda
De acordo com a pesquisa, a piora na avaliação do governo ocorreu em todos os grupos de renda, mas com intensidade maior entre os que têm remuneração mais elevada.
Entre os entrevistados com renda familiar de até um salário mínimo, houve uma queda de 5 pontos percentuais na proporção de “ótimo” ou “bom”. Entre aqueles que possuem renda de 2 a 5 salários mínimos e de 5 a 10 salários mínimos a queda foi de dez pontos percentuais. No caso dos entrevistados com mais de dez salários mínimos, a aprovação do governo caiu 21 pontos percentuais.
O índice dos que consideram o governo "regular" passou de 29% para 32%. O dos que consideram o governo “ruim ou péssimo” passou de 7% para 13%.
Regiões
A região do país onde ocorreu a maior queda na aprovação foi o Sudeste, com redução de 11 pontos percentuais.
Nas demais regiões, a piora na avaliação do governo variou de cinco a sete pontos percentuais. O Nordeste continua como a região onde há a maior aprovação - 66% classificaram o governo como “ótimo” ou “bom”.
Aprovação pessoal
A aprovação pessoal de Dilma passou de 79% em março para 71% na pesquisa de junho. O índice de quem desaprova a presidente passou de 17%, em março, para 25%, em junho.
Índice de confiança
De acordo com a pesquisa, o índice de confiança na presidente Dilma Rousseff recuou oito pontos percentuais, de 75% para 67%. Não confiam em Dilma, segundo o Ibope, 28% dos entrevistados. Na pesquisa anterior, o percentual registrado foi de 22%.
Otimismo e pessimismo
Segundo o levantamento, houve uma redução no otimismo com relação aos próximos dois anos de governo da presidente.
Consideram que o restante do mandato de Dilma será "ótimo" ou "bom" 55% dos entrevistados, dez pontos percentuais menos que o verificado na última pesquisa, quando 65% dos entrevistados revelaram otimismo.
O índice dos que consideram que o restante do governo será regular passou de 24% para 28% e foi de 8% para 14% o percentual dos que acreditam que os próximos dois anos serão ruins ou péssimos.
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